Bolo modificado enriquecido com fibra alimentar e ômega-3 para gestantes

Volume 1, edição anual - 2012

 


 Proposição de resumo para a

 

III Jornada de Estudos e III Semana Acadêmica do Curso de Nutrição

 

 

 

TITULO: BOLO MODIFICADO ENRIQUECIDO COM FIBRA ALIMENTAR E ÔMEGA-3 PARA GESTANTES

 

Autor(es): Sella, E.¹; Amann, A .A¹; Soares, J.C¹; Fuke, G.²; Souza, L.S.²

 

Instituição: ¹ Curso de Nutrição UFSM/CESNORS; ² Curso de Nutrição UFSM/CESNORS

 

Palavras chave: fibra alimentar, gestantes, gorduras insaturadas

 

 

 

RESUMO

 

 

As modificações de receitas alimentares, tem como objetivo a redução de gorduras saturadas e acréscimo de vitaminas e de fibras alimentares, e o seu principal foco são gestantes, pois necessitam  de maior aporte vitamínico. Objetivou-se testar uma receita modificada comparada a uma receita padrão, com relação a gorduras poliinsaturadas e fibras alimentares. Foram Analisadas preparações de um bolo de laranja padrão e bolo de laranja enriquecido com farinha integral e linhaça. A receita padrão foi formulada com os seguintes ingredientes: farinha de trigo, ovo, açúcar, óleo de soja, suco de laranja e fermento em pó. Para modificar essa receita foi utilizado farinha de trigo integral, linhaça e uma gema a menos na preparação. Foram calculados os teores de fibra alimentar, gorduras insaturadas e colesterol com auxilio do software AVANUTRI. Comparando os teores de fibra alimentar entre as duas receitas podemos observar que o bolo padrão possui menor quantidade de fibra alimentar que o modificado, 5,26% e 6,92%, respectivamente. Tratando-se da quantidade de gorduras verificamos que o bolo modificado possui aproximadamente 72,95% a mais de monoinsaturadas, 85% de poliinsaturadas e 42% a menos de colesterol. O bolo modificado apresenta teor aumentado de fibras, sendo esta de relevada importância para a promoção de saciedade, controle da glicose, melhor funcionamento intestinal e diminuição do colesterol. Apresenta gorduras monoinsaturadas, que é fonte de ácido oléico, sendo fundamental na síntese de hormônios. As gorduras poliinsaturadas são as principais fontes de ômega-3 e ômega-6, que tem como principal função prevenir doenças inflamatórias, aterosclerose e papel fundamental no controle da pressão arterial em gestantes. O colesterol apresentou-se diminuído, favorável na prevenção de doenças cardiovasculares. É possível ter uma alimentação saudável com algumas modificações nas receitas padrões, mas cabe a nós nutricionistas incentivar o uso de diferentes técnicas de preparo para uma melhor qualidade alimentar desse grupo populacional.

 

 

Avaliação e adequação dos requisitos de controle de qualidade de duas instituições do município de Palmeira das Missões/RS

Volume 1, edição anual - 2012

 


 

 Proposição de resumo para a

 

 

III Jornada de Estudos e III Semana Acadêmica do Curso de Nutrição

 

 

 

TITULO: AVALIAÇÃO E ADEQUAÇÃO DOS REQUISITOS DE CONTROLE DE QUALIDADE DE DUAS INSTITUIÇÕES DO MUNICÍPIO DE PALMEIRA DAS MISSÕES/RS

 

Autor(es): Cocco, M.L.¹; Ceolin, J.¹; Matiazzi, C.¹; Ferigollo, A.; Bohrer, C.T. 2;  Dallepiane, L.B.2

 

            Instituição: ¹ Curso de Nutrição UFSM/CESNORS; -Acadêmica; ² Curso de Nutrição UFSM/CESNORS –Docente.

 

Palavras chave: Manual de boas práticas, Controle de qualidade, Instituições caritativas

 

 

 

RESUMO

A qualidade higiênico-sanitária, como fator segurança alimentar tem sido amplamente estudada e discutida, uma vez que as doenças vinculadas por alimentos são um dos principais fatores que contribuem para os índices de morbidade nos países da América Latina (SACCOL, 2007). Com o objetivo de melhorar as condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos relacionados à área de alimentos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária pela RDC nº 275 (2002) lançou a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos. Posteriormente, com o objetivo de atender às especificidades dos serviços de   alimentação, a Lista de Avaliação para Boas Práticas em Serviços de Alimentação (LABPSA) foi proposta (SACCOL, et al., 2006). Utilizando-se desta ferramenta de diagnóstico, este trabalho objetivou analisar os requisitos de boas práticas em duas instituições de caridade (A e B) de Palmeira das Missões-RS, visando a posterior adequação e implantação do Manual de Boas Práticas e capacitação dos colaboradores dos dois locais. Sendo que a instituição A não possui o Manual de Boas Práticas, nem responsável técnico e B possui ambos. A análise de dados possibilitou a comparação entre as duas instituições. Os resultados foram muito próximos aos esperados, já que os percentuais de adequação em relação aos requisitos de controle de qualidade encontrados nas instituições A e B foram de 39% e 79% respectivamente. Finalmente, os resultados evidenciam a necessidade de implementação do manual de boas práticas na instituição A e adequar o já existente na instituição B, para que se assegure a qualidade higiênico-sanitária das refeições ofertadas. Contudo, é fundamental que para o sucesso dessas ações, deve-se capacitar os colaboradores e que seja realizada nova reavaliação dos locais, para que se comprove os avanços e a adequação do manual de boas práticas.

 

 

Frequência de consumo de frutas, hortaliças e legumes ricos em carotenóides

Volume 1, edição anual - 2012

 


FREQUÊNCIA DE CONSUMO DE FRUTAS, HORTALIÇAS E LEGUMES RICOS EM CAROTENÓIDES¹

Aires, A. P. P²; Franchi, D. B²; Blasi, T. C³.

¹ Trabalho de Pesquisa _UNIFRA

² Nutricionista pelo Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil

³ Mestre em Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil

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INTRODUÇÃO: As vitaminas são compostos orgânicos que variam amplamente quanto à estrutura química e atividade biológica, podendo funcionar tanto como co fatores de enzimas em diferentes reações bioquímicas, quanto como antioxidantes, modulando o balanço oxidativo, e até mesmo como hormônios, regulando a expressão gênica (OLSON,1994). Os efeitos protetores observados têm sido atribuídos, em grande parte, ao conteúdo de vitaminas denominadas antioxidantes e de carotenóides desses alimentos (ZIEGLER et al.,1996).Os carotenóides são substâncias altamente reativas, facilmente oxidadas e com diversas funções. Embora seja um micronutriente presente em nível muito baixo (microgramas por grama), os carotenóides estão entre os constituintes alimentícios mais importantes (AMAYA, 2008). Em anos mais recentes, efeitos promotores da saúde têm sido atribuídos aos carotenóides, quando presentes em quantidades fisiológicas e sob determinadas condições intracelulares, como: imunomodulação e redução do risco de contrair doenças crônicas degenerativas, como câncer, doenças cardiovasculares, catarata e degeneração macular (GAZIANO E HENNEKENS, 1993; KRINSKY, 1993; ASTORG, 1997; OLSON, 1999).

OBJETIVO: Verificar a frequência de consumo de frutas, hortaliças e legumes ricos em carotenóides em funcionários de uma empresa de veículos do município de Santa Maria, RS.

METODOLOGIA: Estudo descritivo transversal, com abordagem descritiva. A população foi constituída por 35 indivíduos de ambos os gêneros, realizado em uma empresa de veículos na cidade de Santa Maria, RS. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa com Seres Humanos pelo processo nº (352.2011.2). Para a coleta dos dados utilizou-se um Questionário de Frequência Alimentar (QFA) adaptado de Fisberg,(2005). Os dados foram analisados através do software SPSS versão 15.0 por análise descritiva simples.

RESULTADOS E DISCUSSÕES: No grupo das frutas, as variedades ricas em carotenóides mais consumidas foram a laranja e o mamão, representados respectivamente por 17(48,6%) e 13(37,17%) na frequência de 2 a 4 vezes na semana. As frutas assinaladas como nunca consumidas estão a ameixa seca com 27(77,16%) e o damasco 30(85,72%). No grupo das hortaliças e legumes, observou-se que a maioria dos alimentos listados não são consumidos. As maiores frequência ficaram com o tomate e a cenoura representados por 13(37,16%) que consomem tomate 2 a 4 vezes na semana e 15(42,85%) consomem cenoura 1 a 3 vezes no mês. Já as hortaliças e legumes nunca consumidos foram o agrião com 24(68,60%) e o espinafre com 25(71,45%).

CONCLUSÃO: Com base nos resultados obtidos é possível concluir que a frequência do consumo de alimentos de origem vegetal, principalmente aqueles ricos em carotenóides está aquém das recomendações atuais, não podendo desta forma ser empregado como agente quimiopreventivo neste grupo de indivíduos.

REFERÊNCIAS

ZIEGLER, R.G.; COLAVITO, E.A.; HARTGE, P.; McADAMS, M.J.; SCHOENBERG, J.B.; MASON, T.J.; FRAUMENI Jr.; J.F. Importance of α-carotene, β-carotene,and other phytochemicals in the etiology of lung cancer. Journal of the National Cancer Institute, Bethesda, v.88, n.9, p.612-615, 1996.

  

Avaliação e adequação dos requisitos de controle de qualidade de duas instituições do município de Palmeira das Missões/RS (2)

Volume 1, edição anual - 2012

 


 

 Proposição de resumo para a

 

 

III Jornada de Estudos e III Semana Acadêmica do Curso de Nutrição

 

 

 

TITULO: AVALIAÇÃO E ADEQUAÇÃO DOS REQUISITOS DE CONTROLE DE QUALIDADE DE DUAS INSTITUIÇÕES DO MUNICÍPIO DE PALMEIRA DAS MISSÕES/RS

 

Autor(es): Cocco, M.L.¹; Ceolin, J.¹; Matiazzi, C.¹; Ferigollo, A.; Bohrer, C.T. 2;  Dallepiane, L.B.2

 

            Instituição: ¹ Curso de Nutrição UFSM/CESNORS; -Acadêmica; ² Curso de Nutrição UFSM/CESNORS –Docente.

 

Palavras chave: Manual de boas práticas, Controle de qualidade, Instituições caritativas

 

 

 

RESUMO

A qualidade higiênico-sanitária, como fator segurança alimentar tem sido amplamente estudada e discutida, uma vez que as doenças vinculadas por alimentos são um dos principais fatores que contribuem para os índices de morbidade nos países da América Latina (SACCOL, 2007). Com o objetivo de melhorar as condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos relacionados à área de alimentos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária pela RDC nº 275 (2002) lançou a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos. Posteriormente, com o objetivo de atender às especificidades dos serviços de   alimentação, a Lista de Avaliação para Boas Práticas em Serviços de Alimentação (LABPSA) foi proposta (SACCOL, et al., 2006). Utilizando-se desta ferramenta de diagnóstico, este trabalho objetivou analisar os requisitos de boas práticas em duas instituições de caridade (A e B) de Palmeira das Missões-RS, visando a posterior adequação e implantação do Manual de Boas Práticas e capacitação dos colaboradores dos dois locais. Sendo que a instituição A não possui o Manual de Boas Práticas, nem responsável técnico e B possui ambos. A análise de dados possibilitou a comparação entre as duas instituições. Os resultados foram muito próximos aos esperados, já que os percentuais de adequação em relação aos requisitos de controle de qualidade encontrados nas instituições A e B foram de 39% e 79% respectivamente. Finalmente, os resultados evidenciam a necessidade de implementação do manual de boas práticas na instituição A e adequar o já existente na instituição B, para que se assegure a qualidade higiênico-sanitária das refeições ofertadas. Contudo, é fundamental que para o sucesso dessas ações, deve-se capacitar os colaboradores e que seja realizada nova reavaliação dos locais, para que se comprove os avanços e a adequação do manual de boas práticas.

 

 

Antropometria para risco metabólico em crianças e adolescentes no noroeste do estado do rio grande do sul

Volume 1, edição anual - 2012

 


Proposição de resumo para a

III Jornada de Estudos e III Semana Acadêmica do Curso de Nutrição

TITULO: ANTROPOMETRIA PARA RISCO METABÓLICO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Autor(es): FRANCESCHI, C¹. SANTOS,G.S¹. CENTENARO, S¹. AVILA,C¹. RE,V¹. SOUZA, L.S.²

Instituição: ¹Curso de Nutrição UFSM/CESNORS; ² Professora curso de Nutrição UFSM/CESNORS

Palavras chave: síndrome metabólica, doenças metabólicas, obesidade.

RESUMO

Tendo em vista que elevados índices de adiposidade são indicadores diretos de obesidade, torna-se necessária aplicação de indicadores antropométricos, além do Índice de Massa Corpórea, para estimar a quantidade e a distribuição de gordura corporal e descrever a prevalência de risco metabólico que essa população está exposta. Objetivos Descrever a prevalência de obesidade, obesidade central, e adiposidade da amostra. Material e Métodos A amostra foi composta por 1.294 alunos, crianças e adolescentes oriundos escolas municipais, da cidade de Palmeira das Missões (PM) no ano de 2011. Os dados antropométricos de peso, estatura, pregas cutâneas e circunferência da cintura foram mensurados de acordo com as normas da Organização Mundial da Saúde. Aspectos Éticos Todos os participantes/responsáveis assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa/UFSM. Resultados Pelo IMC foi observado sobrepeso e obesidade em 18,1% (n=234) e 11,8% (n=153). Pela estimativa da porcentagem de gordura corporal, os indivíduos apresentaram respectivamente moderadamente alta, alta e muito alta em 8,6% (n=111), 3,6% (n=47) e 1,9% (n=24). Dos indivíduos acima de cinco anos de idade (n= 1.266) 30,72% apresentaram obesidade central. Dos indivíduos classificados com sobrepeso e com obesidade abdominal, 15,4% (n=36), 2,1% (n=5) e 1,3% (n=3) apresentaram porcentagem de gordura corporal moderadamente alto, alto e muito alto, respectivamente. Dos indivíduos com obesidade pelo IMC e obesidade central, 33,3% (n=51) apresentaram porcentagem de gordura corporal moderadamente alto, 24,8% (n=38) alto e 13,7% (n=21) com porcentagem de gordura corporal muito alto.

Conclusão Os resultados do presente estudo alertam para os altos índices de sobrepeso e obesidade na infância e na adolescência. Os dados reforçam a atenção para a transição epidemiológica nutricional, uma advertência aos profissionais da saúde para a atenção básica no controle do excesso de peso e prevenção de doenças crônicas e metabólicas.

REFERÊNCIAS

1) Cardoso Lde O, de Castro IR, Gomes Fda S, Leite Ida C. Individual and school environment factors associated with overweight in adolescents of the municipality of Rio de Janeiro, Brazil. Public Health Nutr. 2011 May;14(5):914-22.

2) Diego Augusto Santos Silva, et al. Epidemiology of Abdominal Obesity among Adolescents from a Brazilian State Capital. J Korean Med Sci 2011; 26: 78-84.

3) Guedes DP, Rocha GD, Silva AJRM, Carvalhal IM, Coelho EM. Effects of social and environmental determinants on overweight and obesity among Brazilian schoolchildren from a developing region. Ver Panam Salud Publica. 2011;30(4):295–302.

4) Gabriel CG, Corso AC, et al. Overweight and obesity related factors in schoolchildren in Santa Catarina State, Brazil. Arch Latinoam Nutr. 2010 Dec;60(4):332-9.

5) Robespierre Q. C. Ribeiro, et al. Fatores adicionais de risco cardiovascular

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associados ao excesso de peso em crianças e adolescentes. O Estudo do Coração de Belo Horizonte. Arquivos Brasileiros de Cardiologia - Volume 86, Nº 6, Junho 2006:408-418.

6) Fabio Rodrigo Suñé, et al. Prevalência e fatores associados para sobrepeso e obesidade em escolares de uma cidade no Sul do Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2007;23(6):1361-1371.

7) Simone Fátima Polla, Fernanda Scherer. Perfil alimentar e nutricional de escolares da rede municipal de ensino de um município do interior do Rio Grande do Sul Cad. Saúde Colet., 2011, Rio de Janeiro, 19 (1): 111-6.

8) World Health Organization. Physical status: the use and interpretation of anthropometry. Report of a WHO Expert Committee. Geneva: World Health Organization; (WHO Technical Report Series, no. 854), 1995.

9) SLAUGHTER, M.H. et al. Skinfold equations for estimation of body fatness in children and youth. Human Biology. 1988; 60(5): 709-723.

10) LOHMAN, T.G. The use of skinfold to estimate body fatness on children and youth. Journal of Physical Education, Recreation and Dance. 1987; 58: 98-102.

11) McCarthy HD, Jarret KV, Crawley HF. The development of waist circumference percentiles in British children aged 5.0-16.9 anos Eur j Clin Nutr2001 Oct;55(10):902-7.

12) Marina Manduca Ferreira, et al. Excesso de Peso, Adiposidade Abdominal e Gordura Subcutânea em Crianças de Duas Escolas do Município de Ribeirão Preto, SP. CERES; 2009; 4(1); 9-20.

13) Maria Alayde Mendonça da Silva, et al. Prevalência de Fatores de Risco Cardiovascular em Crianças e Adolescentes da Rede de Ensino da Cidade de Maceió. Arquivos Brasileiros de Cardiologia - Volume 84, Nº 5, Maio 2005:387-92.

14) Caroline de Gouveia Buff, Eliete Ramos, et al. Freqüência de síndrome metabólica em crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade. Rev Paul Pediatr 2007;25(3):221-6.